Convívios Fraternos

2007/07/09

Regulamento da Festa/Sarau 2007 do Movimento dos Convívios Fraternos

1. Organização
1.1 – A Festa da Canção do Movimento dos Convívios Fraternos terá lugar no Centro Paulo VI, em Fátima, na noite de 8 de Setembro de 2007.
São objectivos desta Festa:
- incentivar a criação poético-musical como expressão da fé cristã, no cumprimento das orientações expressas no Concílio Vaticano II;
- promover a canção cristã como instrumento de evangelização;
- possibilitar o encontro dos jovens dos Convívios Fraternos num ambiente de são convívio e de partilha.


2. Participantes
2.1 - Os elementos dos grupos, incluindo autores da letra e da música, deverão ter, obrigatoriamente, realizado um Convívio Fraterno. Poderão, no entanto, integrar os Grupos elementos jovens que ainda não tenham passado por essa experiência.
2.2 – Cada Diocese poderá apresentar apenas um Grupo como Participação

3. Condições de participação
3.1 – As canções, como as músicas e letras concorrentes ao Festival terão de ser inéditas, de temática cristã e subordinadas ao tema “CAMINHAMOS AO ENCONTRO DO AMOR DO PAI”, tema do Encontro Nacional de 2007.
3.2 – O número de participantes em cada grupo deverá estar limitado a 15.
3.3 – O tempo de duração das canções não pode ultrapassar, na sua execução, o limite máximo de 4 minutos e o limite mínimo de 2 minutos e 30 segundos.
3.4 – O acompanhamento musical é da responsabilidade dos grupos a concurso. Não será permitido o uso de instrumentos que pelas suas características ou dimensões impliquem montagem, transporte especializado ou afinações complexas no local ou tenham que permanecer no palco durante a Festa.
3.5 – As músicas poderão ser coreografadas. No entanto o tempo da coreografia contará para o tempo da música e deverá esta ser integrada na execução da canção.
3.6 – Deverá ser entregue, de forma atempada, um original (letra e música e gravação) à Organização. Estes materiais poderão ser entregues via correio ou por e-mail (para a direcção
arturmmferreira@gmail.com e para ajalexandre@gmail.com)

4. Apresentação
4.1 – Os originais, deverão ser entregues ou enviados até dia 18 de Agosto de 2007.
4.2 – Os originais deverão incluir um exemplar dactilografado da letra da canção, em folha A4, com referência no canto superior direito aos respectivos autores da letra e da música.


5. Da Festa
5.1 – O material sonoro (amplificadores, colunas, microfones, etc) ficará a cargo da organização, pelo que os concorrentes estão impossibilitados de levar o material próprio.
5.2 – Os grupos concorrentes terão a possibilidade de testar o material entre as 9.00 e as 14.30h do dia 8 de Setembro de 2007, no Centro Paulo VI. Em caso de não comparência a este ensaio, a organização não se responsabiliza por qualquer tipo de problemas de som decorridos durante a Festa.

6. Da Votação
6.1 – Cada espectador receberá um boletim de voto, que deverá colocar dentro da caixa com a canção que seja a sua favorita até final do intervalo.
6.2 - Serão anunciados os 3 primeiros classificados.
6.3 - A organização atribuirá menções relativamente às restantes canções e coreografias.

7. Notas Finais
7.1 – Qualquer pormenor omisso ao presente regulamento será analisado pela organização, que se pronunciará segundo o que concluir ser melhor para a boa realização da Festa.
7.2 – No dia 8 de Setembro, pelas 15.00h a Organização reunirá com representantes dos Grupos participantes, no sentido de efectuar a escala da actuação.

32 Comments:

Blogger Mari said...

Ola!
Sou Conviva do 641 Algarve. Fiquei contente em saber que o Sarau este ano vai ter uma vertente diferente. Apenas discordo num ponto: penso que não sera muito correcto a votação que voces propõem, pois é obvio que os jovens de cada diocese irão votar na sua diocese e sera prejudicial para aquelas dioceses que levarem poucos jovens.Devia haver uma votação imparcial com um juri ou apenas valorizar o trabalho de todos os participantes com uma lembrança do Sarau,sem nomeações de 1, 2 ou 3ª lugar.
Foi apenas um comentário da minha parte.
Bom trabalho!
Uma amiga em Jesus Cristo,
Marlene.

10:24 da manhã  
Blogger ajx001 said...

Olá Marlene.

obrigado pelo teu contributo.

É de facto um risco o que estamos a fazer. Afinal de contas o mais natural é que as dioceses votem na sua música, por questões meramente bairristas.

Eventualmente, no entanto, podemos encarar isto também como um teste à nossa honestidade, não é? :-)

Isto porque no passado os saraus tiveram números que ultrapassaram barreiras diocesanas.

Quem foi aos encontros recorda-se de números de dioceses que não sendo as suas marcaram as pessoas. Recorda inclusivé o ano em que isso aconteceu. São momentos geniais - o ano passado, por exemplo, tivemos 2.
É nessa capacidade de discernimento que estamos a confiar.

Se não resultar, teremos aprendido uma lição. Se resultar teremos aprendido uma lição.

Um abraço
AJX

10:53 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Nao faz sentido nehum este regulamento.. por amor de deus! Não há geitinho nenhum.

8:33 da tarde  
Blogger ajx001 said...

meu amigo anónimo ou minha amiga anónima

o tempo para criticar de forma destrutiva já passou... o regulamento está aqui desde o dia 9 de Julho de 2007.

Na próxima vez, se realmente queres dar um contributo válido, sugiro que passes por aqui mais vezes, com mais tempo e que dês ideias válidas em vez de te esconderes e escreveres mensagens das quais o verdadeiro significado só tu conheces.

Na próxima vez, eis o que podes fazer: podes escrever ao Pe VAlente de Matos e voluntariar-te para fazer alguma coisa... que tal? ou para ajudar a organizar, pelo menos... mas, por amor de Deus, traz alguma ideia, ok?

Abraço

12:34 da manhã  
Anonymous F. Silva said...

Caro amigo ajx001,

infelizmente só no último dia é que tive a oportunidade de encontrar este Blog. Infelizmente é de forma destrutiva.. e porquê? Porque o regulamento foi lançado, como é que se poderia dar opiniões construtivas? Desculpa, mas o que disseste não faz sentido.

Quanto ao esconder-me, eu não me escondo de ninguém. Se lhe disse.se o meu nome não me conheceria tal como eu não o conheço. Portanto, estamos equilibrados em ambas as partes. Não vamos por aqui. É desnecessário.

Quanto ao ajudar, não critico o evento. Mas uma das coisas que não acho justo é o sistema de votações. Acho que deveria de ser "repensado". Tá certo que por à prova a consciência das pessoas é muito bonito. Mas isso não vai ser viável. Cada um vai votar por si e nos seus, portanto, outros grupos vão ficar desfavorecidos e a ‘vitória’ não vai, concerteza, ser digna e justa por mais “desportivismo” que possa existir.

O que a conviva mencionou em cima está correcto no entanto, porque não diferenciar as dioceses? Cada diocese iria ter um boletim próprio de voto o que automaticamente já não lhes iria permitir votar nas suas próprias dioceses. No entanto, penso que podem estar outros participantes na plateia de origem "neutra": não fazem parte de diocese nenhuma. A essas pessoas, sim, seria atribuído um papel em branco sem nada que os diferencie). Esta é uma ideia e vai a tempo de ser mudada.

Ou seja, cada grupo normalmente tem alguém responsável e a esse responsável seria fornecido vários boletins de voto (com o nome da diocese representada por esse grupo) para posteriormente ser distribuídos aos restantes elementos dessas dioceses. Assim, iria evitar-se injustiças nos votos. Acredite que o que vai ser feito é muito arriscado: falo por experiência própria que já tive outras situações idênticas em mãos, por mais que a actividade tenha um cariz religioso..

Pronto.. fica a minha “ideia”.

1:52 da tarde  
Blogger ajx001 said...

OK F. Silva.

Assim já estamos a falar...

Tens que concordar que uma coisa é o comentário que antes fizeste... outra bem diferente é o que agora fazes, certo?

Repara qualquer sistema de votação que escolhas acarreta algum grau de injustiça - o teu inclusivé.

Explico-me: ao impedires as dioceses mais numerosas de votarem em si próprias estás a penalizá-las também, uma vez que a sua música pode até ser a melhor, mas que ao impedires que votem nela, acabam por dispersar os seus votos em músicas que não são tão boas.

Por outro lado a constituição de um júri podia também ser contestado: "porquê esses elementos e não outros?" podia ser um comentário possível.

Entendo as preocupações de toda a gente, mas este foi o sistema que escolhemos, conscientes das suas limitações e dos riscos que acarreta.

Qualquer outra opção é, a meu ver, simultaneamente tão viável quanto esta... e tão inviável igualmente. É no fundo a história do velho, do rapaz e do burro. Esta foi a opção que escolhemos.

É, sabemo-lo, uma opção de compromisso, baseada em grande medida na confiança. É pedir demasiado? Vamos ver.

É a solução possível dados os meios e as pessoas que temos à nossa disposição, que simultaneamente nos pode permitir tirar muitas outras conclusões.

Implementar o que disseste seria um dos óptimos, mas precisaríamos simultaneamente de mais tempo, mais pessoas, mais dinheiro e mais empenhamento.

Não temos nada disso.

No final do sarau (ou festival, como queiras chamar-lhe) poderemos então falar e tirar as nossas proprias conclusões.

Se já tiveste situações semelhantes entre mãos, sabes concerteza que por mais equitativo, ou justo que possa ser o sistema de votação, sempre há quem fique insatisfeito com os resultados.

2:08 da tarde  
Anonymous F. Silva said...

Correcto.

Mas sabendo que todos os meios de votação acarretam um determinado grau de injustiça, porque não optarem por um sistema que acarrete o meus grau de insjustiça possível? Dá que pensar..

Quanto ao sistema dos júris, de forma alguma concordo com o que mencionou isto porque tenho a certeza que seria a opção mais viável e justa. A escolha das pessoas para o juri tem de ser clara! Uns entendidos de música, outros "entendidos" na religião cristã (no que se refere às letras) e outros entendidos na parte mais coreográfica. Portanto, arranjar pessoas idóneas não é assim tão dificil. Como ves, não é assim tão injusto quanto isso! Trata-se apenas de arranjar alguem que avalie a actuação com base nos seus conhecimentos.

Por outro lado, também existe uma forma de colmatar essas situações e tornar as votações mais certas: Portanto, "a escolha do júri" (nas circunstâncias que mencionei) e a escolha da plateia. Acho que aí so iria tornar a festa mais agradável. Dois "prémios". Não havia um vencedor mas dois em circunstâncias diferentes.

Sim, também concordo com o que me mencinou: não é facil implementar a minha ideia. Mas acho que deveriam de ser criados mais métodos e repensados os actuais.

Nao quero com isto expressar "arrogância" até porque a falar nestas questões é "antes" do concurso acontecer e não depois... isso seria sim poderia-se tornar arrogante. Portanto, acho que estou a agir correctamente e penso que me estás a compreender.

2:22 da tarde  
Blogger ajx001 said...

F. Silva,

o grau de (in)justiça de um determinado método é algo que acaba por ser relativo e teria que ser medido e quantificado.

Implicaria o traçar de fronteiras... que não trariam grande valor acrescentado ao que pretendemos fazer.

E como medes o grau de (in)justiça?

É mais justo deixar que as pessoas em consciência votem no que mais gostem (independentemente de onde vem)?
Ou, pelo contrário, impedir um grande número de pessoas (como o Porto, Bragança, ou similares) de votarem na sua própria música, apesar de em consciência, acharem que é ela a mais bonita?

Em tudo isso pensámos antes de escolher este método.

Inclusivé o júri.

Os critérios e os motivos que presidiram à escolha deste método têm a ver com um equilíbrio que houve que encontrar entre: meios disponíveis, pessoas disponíveis (são apenas 2, casados, com emprego e com filhos e com família), (in)justiça (máxima)mínima garantida e envolvimento das pessoas.

Nenhuma das pessoas envolvidas na organização pertence a qualquer Diocese que possa vir a ser beneficiada por este método.

Trata-se de uma decisão, apenas isso.
Outros, no nosso lugar (admito) teriam tomado outra.
Acontece que não há outros no nosso lugar.

Quando isso acontecer... as decisões serão outras.

Que agradarão a uns... mas não a outros... da mesma forma.

4:23 da tarde  
Anonymous F. Silva said...

Bem, façam como entenderem.. Mas somente para lhe provar novamente que não está correcto quando diz:

"É mais justo deixar que as pessoas em consciência votem no que mais gostem (independentemente de onde vem)?
Ou, pelo contrário, impedir um grande número de pessoas (como o Porto, Bragança, ou similares) de votarem na sua própria música, apesar de em consciência, acharem que é ela a mais bonita?"

Portanto, passo a deixar outro exemplo de grande valor: Não sei se viu na televisão - RTP, por exemplo, o concurso de Dança da Eurovisão (bem recente) que juntou vários países europeus em competição. Não sei se tiveste a oportunidade de reparar mas não foi dada permissão dos países votarem nos seus próprios países. Quando chega ao rodapé Português simplesmente ocultaram os caracteres com o número de telefone (numero que propositadamente já nem existia para o nosso país) tal como aconteceu noutros países participantes. Ou seja, concerteza que se dessem a oportunidade dos países votarem nos seus uma "França", por exemplo, ficaria nos melhores lugares face a um "Portugal". Ou seja, obteve-se um resultado sólido e justo. Ninguém pode reclamar! Nós temos que avaliar os outros e deixar que os outros nos avaliem a nós. Isso sim é correcto.

Nós, até que podemos gostar muito da canção que faz parte do nosso grupo, por exemplo, mas isso também é normal que gostemos.. "bairrismo". Eu gosto mais da minha casa do que a do vizinho.. No entanto o vizinho mora num palacete e eu moro numa casa a cair aos bocados (mero exemplo).

Peço desculpa mas não concordo com o que mencionou. O importante é ter votos justos e não votos "bairristas". E o que mencionei é pura e simplesmente uma medida para reduzir as probabilidades.. Acho que nem é preciso "contratar" um especialista na matéria.. Posso estar enganado e espero bem, muito sinceramente, que sim mas vocês, como organização, preparem-se para as criticas caso ganhe uma grande diocese (como o Porto, Bragança, ou similares). Á probabilidade de isso acontecer é enorme e secalhar a música até podem não ser de facto das melhores.

Contudo, não pretendo continuar a criar tensão nesta matéria. Vocês são organizadores, só vocês serão os responsáveis pelo evento, por mais admirável que possa ser o vosso trabalho.

Infelizmente a minha disponibilidade não é grande até porque sou de longe. Mas se para o ano precisarem de ajuda (nem que seja on-line) para desenvolver o regulamento juntamente convosco, estarei ao dispor. Só preciso que me deixem um contacto de email.

PS: "Em determinados momentos da vida é preciso saltar fora do quadrado e não ficar-se pela primeira tentativa e a que para nós proprios parece ser a mais correcta. É necessário aceitar, pensar, e comparar antes de serem tomadas decisões".

Abraço.

4:49 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Olá! Estive presente no sarau realizado na noite oito de setembro, como membro da diocese de braga, será que me podiam informar se é possivel e onde encontrar a música vencedora do concurso? Muito Obrigado. João Pedro

4:38 da tarde  
Blogger ajx001 said...

Olá João Pedro.

o que está combinado é o seguinte:
- vai ser editado um cd com o sarau deste ano - o Festival, portanto.
- vai igualmente ser disponibilizado um dvd com o Festival - houve um conviva de Coimbra que fez a gravação, tal como em 2006.

Logo que estejam disponíveis disponibilizaremos toda a informação (aqui e no nosso jornal) acerca da forma através da qual se podem obter tanto o cd como o dvd, bem como o custo e os dados necessários para os fazer chegar a todos os interessados.

OK?

Mais alguma dúvida... e estamos por aqui.

Abraço

9:54 da tarde  
Anonymous Joao said...

cuidado com os direitos de autor.. hehe

10:17 da tarde  
Anonymous João said...

Mas também por respeito a isso, acho que as faixas poderiam ser disponibilizadas na internet gratuitamente para download. Nao é muito justo "vender" estas circunstâncias.

10:20 da tarde  
Blogger ajx001 said...

:-) Não te preocupes... temos a autorização dos autores ;-)

10:26 da tarde  
Anonymous João said...

ai sim? por escrito e assinado? Humm... a qualidade da gravaçao é que não vai ser invejável. mas pronto.

10:29 da tarde  
Blogger ajx001 said...

A qualidade de gravação dificilmente seria melhor :-) Isto porque o Santuário grava (actualmente apenas em áudio, num futuro eventualmente não muito distante em vídeo também) tudo o que acontece no Centro PauloVI. Tudo o que os microfones captem, é gravado em formato digital.

Vai ser uma edção premium :-)

10:32 da tarde  
Anonymous Joao said...

Sim, claro. Perfeitamente compreensivel, né? Deve dar para perceber e isso é importante. No entanto, tenho volto a questionar: porque que as faixas de audio não podem ser disponibilizadas aqui para download? Acho que seria um meio cómodo e também justo. Numa enventualidade, o video sim poderia ser vendido já que para nao perder a qualidade é importante que seja fornecido num suporte digital, ao contrádio de um MP3.

10:36 da tarde  
Blogger ajx001 said...

É de facto uma das hipóteses que está em cima da mesa. Não aconteceu ainda nada porque... ainda não temos o cd. De qualquer forma o cd tem sempre uma qualidade superior ao MP3... mas isso agora não interessa, não é?

Tudo é ainda possível... logo que esteja disponível.

Estamos em crer que há-de ser um verdadeiro sucesso porque havia músicas, de facto, muito boas.

10:42 da tarde  
Anonymous Joao said...

Nao.. um MP3 pode perder qualidade mas se for bem convertido a perda de qualidade não é, sem margem de dúvidas, audível. Não se compara a um video que para alem do audio envolve ainda imagens em que tudo misturado fica super pesado para envio online. Aí sim concordo com a venda para quem é "exigente" na qualidade de imagem. :)

Mas claro.. resta de facto aguardar que tenham acesso ao original. No entanto, não ponham esta ideia de lado de disponibilizar as faixas na internet. É uma ideia bastante importante.

Obrigado e cumprimentos.

10:50 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Parabens à diocese de Coimbra, tiveram muito bem

http://br.youtube.com/watch?v=p8VWkzI06BY

12:09 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Gostaria entao de saber se ja se encontra gravado o cd com as musicas do sarau...!
Obrigado,
João Pedro

2:44 da tarde  
Blogger ajx001 said...

Olá João Pedro.

segundo as informações que temos apenas no final de outubro o Santuário procederá à gravação do cd com as músicas. Depois disso o cd estará disponível e anunciaremos em todos os locais que consideremos adequados.

No entanto, sei que o dvd com o "concerto" :-) está praticamente concluído e que muito em breve teremos novidades a esse respeito - nomeadamente preço e contactos para que todos os interessados o possam receber comodamente em casa.

Abraço

11:14 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

sempre se pode comprar um DVD e copiar para o pessoal. Fica mais barato. hehe

Abraço

9:16 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Ser Cristão, é ser HONESTO ...
O DVD até poderá estar anti-cópia.

2:16 da tarde  
Anonymous João Andrade said...

Será? Copiar algo que está à venda e não so foi trabalho do camera como também, especialmente, fruto do trabalho dos convivas é não ser HONESTO? E sabendo que não existem direitos de comercialização (direitos de autor das musicas, etc), é algo completamente à toa e copiar o DVD é não ser HONESTO?
Segundo: para onde vão as receitas deste DVD? Impostos: passam factura? (a honestidade também passa por aí. Afinal, um cidadão têm deveres)

Outra questão particular e a melhor de todas: o anonimo nunca copiou um Cd de musica, filme, ou sacou musica da internet?
Afinal, é bem pior que copiar um DVD destes que apenas serve para os participantes e interessados analisar o seu desempenho no concurso.. pura e simplesmente!

Respondam a isso e depois aí sim poderei analisar aquilo que considera de HONESTIDADE e ser cristão!

(Peço desculpa estar a meter-me no assunto, mas quando visualizei os comentarios atrás, não poderia ficar indiferente.)

Felicidades.

10:41 da tarde  
Blogger ajx001 said...

João Andrade,

estive a ver o teu comentário e desculpa-me se tenho que discordar de ti.

1º - copiar um trabalho sem autorização do seu autor, por mais voltas que dês, não deixa de ser cópia ilegal. Se quiseres posso dar-te os contactos da Sociedade Portuguesa de Autores que poderão elucidar-te acerca disto. Qualquer trabalho criativo que seja feito, no campo das artes, está automaticamente protegido por Direitos de Autor. Até este blog - ainda que efectivamente seja questionável se isto é arte.

2º - Ainda que assim não fosse, continuaria a não ser muito "cristão" copiar esse cd. Independentemente de as pessoas já terem feito coisas semelhantes noutras circunstâncias. Todas as pessoas têm o direito de mudar de práticas e de atitudes. Penso que se poderia chamar a esse processo "Conversão", ou não? E com que direito e autoridade podemos nós acusar outro seja do que for? certo?

Finalmente, quanto ao dvd propriamente dito, aconselho-te a que dês uma olhadela ao post que acabei de deixar. Penso que uma grande parte das tuas dúvidas e receiros ficarão esclarecidos. Penso igualmente que concluirás que quem comprar o dvd estará, não só a cumprir a lei, como a contribuir para que o Movimento dos Convívios Fraternos veja supridas (ainda que parcialmente, pois o contributo será pequeno) algumas das suas necessidades.

Se ainda assim achares que "ok! mas mesmo assim acho que não faz mal copiar o dvd" talvez valesse a pena pensares em meter 2,00€ num envelope e enviá-los ao Pe. Valente, depois de fazer a cópia.

Abraço
AJX

12:15 da manhã  
Anonymous João Andrade said...

Correcto. Já concordo com a situação no entanto, bem que prefiro enviar os 2 euros ao P. Valente, porque 11 euros para ver o desempenho e depois guardar o dvd numa caixa, é demasiado.

No entanto, por esclarecimento, discordo da questão 1 e se quiser, posse-lhe fornecer o contacto da SPA porque possivelmente têm o errado: Imagine que têm uma empresa de filmes e está a vender um trabalho (que têm uma banda sonora de diversos artistas etc etc). Como compreende, não está a vender só o seu trabalho que produziu na sua empresa. Também está a vender o trabalho de mais alguem, neste caso dos artistas musicais.

Acho que é o mesmo que ir a um cash&carry comprar uma caixa de maças para revenda e vender-las a um cliente final. Para ganhar dinheiro, precisa das maças!
Mas sim, você está certo a 60%! Falta algo.. Tudo está automaticamente protegido pelos direitos de autor principalmente a "arte". E por estar protegido, é que não é justo vender o trabalho de mais alguem sem lhes atribuir uma recompensa. Mas este não é o caso porque o dinheiro é para o movimento.
Mas isto foi so para lhe dar a "noção" que a sua "noção" está correcta mas está a faltar qualquer coisa.

Relativamente ao ponto 2 NÃO ADMITO, em qualquer circunstância que "julguem" o "ser cristão ou não ser cristão", porque nehum de nós têm esse direito. Estamos entendidos ou nem por isso??

12:53 da manhã  
Blogger ajx001 said...

Caro João Andrade,

detecto no teu tom uma certa tensão que é totalmente desadequada.

Não sei quem és, nem de onde vens, nem para onde vais.

Não sei sequer se és conviva, se estiveste no Nacional ou se cantaste ou de alguma forma intervieste no que se passou em Fátima.

Não te julguei. Foste tu quem começou por julgar um anónimo que fez um comentário... por isso, como deves imaginar, estou-me perfeitamente nas tintas para o que admites ou não... uma vez que não te julguei... nem a ti... nem a ninguém

Agradeço de qualquer forma a informação extra que proporcionaste.

Parece-me curioso que sejas tu quem levanta a questão da recompensa dos autores/intérpretes/músicos e demais artistas. A não ser que me digas que és um deles, julgo que, em boa verdade, não tens nada a ver com isso.

As peças que reproduzem o festival foram referidas aos autores e todos os intervenientes e obtida autorização para o fazer e igualmente para incluir as letras das músicas em futuras actualizações do Livro dos convivas.

Por isso, em vez de falares de cátedra, sugiro-te que tenhas primeiro na mão todos os dados relevantes.

Se na realidade queres fazer melhor... be my guest.

Se não queres ou não tens intenção de participar... não atrapalhes quem está a tentar fazer alguma coisa... e não me refiro a mim, estamos entendidos?

Se conheces alguém que possa fazer o mesmo por menos... dá-nos o contacto, que no próximo ano falaremos com essa pessoa (ou empresa).

para finalizar, parafraseando alguém: "Estamos entendidos, ou nem por isso??"

11:45 da tarde  
Blogger ajx001 said...

Caro João Andrade,

acerca do teu último comentário que passo a transcrever por ter sido erradamente rejeitado

"és mesmo triste..." sic

nem se me oferece dizer nada...

acho que quem entra num blog (ou em qualquer outro local) com o espírito corrosivo com que entraste neste deve, de facto, ser uma pessoa super alegre, boa companheira, positiva... em suma: um modelo de virtudes...

Por isso... palavras para quê?

12:53 da manhã  
Anonymous Joao said...

Mas como deves ter reparado, não introduziste no blog mas transcreveste. Portanto, seria digno que no minimo publicasses pois gostaria que a tua resposta tivesse um fundamento melhor.

11:45 da manhã  
Blogger ajx001 said...

Olha João,

para finalizar a conversa deixa-me apenas dizer-te o seguinte: todas as pessoas que aqui apareçam com uma atitude construtiva (ainda que possa discordar delas) terão aqui um lugar. Sempre assim foi e continuará a ser.

Ninguém precisa de pessoas que digam o que está mal, mas que não digam como estaria bem, ou como fariampara que ficasse melhor.

Por isso sugiro-te que penses bem na tua vida... fizeste insinuações graves, que não se fazem de ânimo leve - nem sequer a pessoas que conhecemos, quanto mais a pessoas que desconhecemos.

Se quiseres dar um contributo positivo és bem vindo.

Não continuarei a discutir contigo como se tivesse alguma coisa a provar-te.

Se quiseres por aqui um post será inserido. Se quiseres comentar algo será inserido. Desde que seja construtivo.

Se não for, digo-te desde já que escusas sequer de te incomodar a enviar seja o que for, porque não será publicado.

Lamento se te desagrada, mas não estou para estar aqui a sacrificar tempo à minha família para ler parvoíces e indelicadezas.

E mais não digo.

10:12 da tarde  
Anonymous joao said...

Até que enfim um comentário sólido e correcto por parte de um moderador, neste caso, de um blog..
é uma realidade.. não vale realmente a pêna continuar a levantar discussões.

Um abraço

10:04 da manhã  

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