Convívios Fraternos

2006/09/25

Avaliação do Congresso


Estamos a organizar uma reunião de avaliação do Congresso e de preparação dos trabalhos que lhe darão sequência que terá lugar no próximo dia 5 de Outubro.

Junto envio as indicações:
--> Cada diocese deverá enviar um (no limite 2 representantes).
--> Estes deverão ser confirmados até dia 2 de Outubro, uma vez que existe um espaço e refeições reservados e haverá que confirmar os números que entretanto foram transmitidos.

--> Como abordagem seria interessante que as dioceses reunissem previamente, fazendo a sua própria avaliação (se é que não o fizeram já) para posteriormente podermos trabalhar durante esse mesmo dia.

--> No caso das dioceses a quem seja totalmente impossível estar presente, aconselha-se a que enviem os seus contributos (como é o caso do Funchal) por esta mesma via para que esta reunião possa espelhar, tanto quanto possível, as opiniões de todos.

Peço, então a vossa atenção para as coordenadas da Reunião.

Local:
Casa Beato Nuno (Fátima)
Av.ª Beato Nuno, 271
Apartado 4
2496-908 FÁTIMA
PORTUGAL

Início: 10.00h

Agenda:
1. - Avaliação dos Trabalhos do Congresso
2 - Consequências do Congresso
2.1 - Constituição de Grupos de Trabalho
2.2 - Metodologia
2.3 - Implementação
3 - Dioceses ausentes - que fazer?

Almoço: na Casa Beato Nuno às 13.00h (preço 8,00€)

Caso tenham alguma dúvida, por favor, contactem-me por e-mail, ou pelo 969609727.

2006/09/12

Conclusões do I Congresso do Movimento dos Convívios Fraternos sob o tema "Unidade na Diversidade"

Conforme prometido, o Congresso que se realizou em Fátima entre 7 e 9 de Setembro, de nada terá valido, se não tiver consequências. Publicam-se as conclusões para que possam sempre avivar a memória dos homens e levar a que os contributos sejam, tanto quanto possível, numerosos e frutuosos.

CONCLUSÕES

  • 1ª - O Movimento dos Convívios Fraternos, reunido em congresso em Fátima, nos dias 7 a 9 de Setembro de 2006, dá Graças a Deus pela oportunidade de, com a presença de 140 representantes das diversas dioceses do país, ter podido reflectir sobre a sua actualidade como instrumento de evangelização juvenil e familiar em Portugal e também no estrangeiro.

  • 2ª - Como fruto principal, julgamos haver uma unidade do movimento, embora com alguma diversidade de procedimentos. Para que esta unidade na diversidade se mantenha, é fundamental que:

  • Haja uma temática comum nos diversos convívios, embora numa linha testemunhal adaptada às realidades pessoais e locais;

  • As actividades propostas pelo guião “Caminho de Libertação” sejam seguidas por todas as Dioceses, nomeadamente os testemunhos, os diálogos em equipa, o diálogo particular/personalizante e todas as celebrações litúrgicas e/ou momentos de oração propostos;

  • Os cânticos escolhidos e propostos com um objectivo concreto no guião, deverão ser também usados em todas as Dioceses, sem no entanto se fechar a porta a um enriquecimento com novas propostas;

  • Os Símbolos como a Cruz, o Hino e o Livro devem ser usados por todas as Dioceses;

  • Cada Convívio deve levar os participantes a um compromisso pessoal de integração eclesial, a preencher no último dia;

  • Cada convívio deve terminar com um encerramento – testemunho público que incluirá a Eucaristia final de Acção de Graças;

  • Tendo o Convívio Fraterno um forte impacto na vida pessoal, recomenda-se que ele se destine a pessoas com alguma maturidade física e psicológica. A idade mínima aconselhável é de 17 anos ou com frequência do 11º ano.

  • 3ª - Reconhece-se a necessidade de remodelação do Guião “Caminho de Libertação” e do Livro do Movimento no que diz respeito a alguns conteúdos e linguagem, propondo-se a criação de grupos de trabalho para esse efeito, nomeadamente:

  • Liturgia;

  • Cânticos;

  • Conteúdos – Cristo Jovem e Testemunhos “Tu és a Igreja de Cristo”/”Missão Evangelizadora da Igreja”.
  • 4ª - Reconhece-se o potencial que as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação podem ter na transmissão da mensagem, sendo o seu uso conveniente mas não se substituindo ao indispensável testemunho pessoal de vida.

  • 5ª - Pede-se a criação, no âmbito das novas tecnologias, de uma página WEB unificada, de apoio às diversas Dioceses na elaboração e preparação dos Convívios e Encontros, testemunhos, músicas e demais conteúdos.
  • 6ª - Todos os elementos participantes das equipas deverão ser pessoas com maturidade, coerência de vida, formação catequética e espírito de serviço.
  • 7ª - A formação e composição das equipas será sempre com a participação do director espiritual de cada Diocese, devendo ter em conta um equilíbrio entre experiência e rejuvenescimento.
  • 8ª - Necessidade de um compromisso por parte dos elementos que aceitam fazer parte das equipas, de um esforço pessoal de formação humana e cristã e de acompanhamento dos “novos” convivas no Pós-Convívio (4º dia).
  • 9ª - Colaboração com a Pastoral Juvenil e Familiar das paróquias e das diversas Dioceses, encontrando meios de perseverança e inserção paroquial e diocesana dos jovens e casais convivas.
  • 10ª- Na consciência que tudo se deve à acção do Espírito Santo, não se descuide a oração dos elementos da equipa coordenadora do Convívio e procure-se uma constante atitude de humildade diante dos dons de Deus.

CONCLUSÃO FINAL

  • Somos um movimento aberto à participação de todos e damos graças a Deus por haver muitos outros meios de O encontrar.

  • A continuidade do movimento, para além das circunstâncias ou pessoas, faz-nos sentir a necessidade do reconhecimento jurídico do movimento, como tal, por parte da Conferência Episcopal.

  • Queremos colaborar com os outros movimentos eclesiais e com todos aqueles que estejam abertos à constante novidade de Jesus Cristo Libertador e Sedutor.

Estas conclusões, aprovadas em congresso por unanimidade e aclamação, são vinculativas para todo o Movimento

Fátima 9 de Setembro de 2006